Minha enteada e sua mãe

Quem acompanha sabe que já transo a Olívia há algum tempo, e que ela não deixava comer sua buceta sem o consentimento da mãe e que também morria de vontade de transar conosco na mesma cama. Havia tentado convencer a Mazé (minha atual esposa) a levarmos sua filha para cama. Não houve escândalo, mas uma ameaça de separação caso eu me aproximasse de Olivia.
Olivia casou novamente, e passamos a sair os quatro a eventos e passeios. Neste carnaval decidimos descansar e alugamos uma casa nos arredores de Baturité – CE, À noite íamos ao centro ver Ricardo Chaves e outras atrações; nos recolhíamos logo após Ricardo Chaves se apresentar. No dia da chegada (quinta feira), cheguei a botar meu cacete entre as pernas de Olivia em plena varanda, enquanto Mazé estava na cozinha conversando com Josafá, só não transamos ali mesmo, por que fomos chamados. Sempre que possível, dava uma chupadela em seus peitos, metia o dedo em sua bucetinha ou roçava naquele bundão gostoso. Decidimos que seria a vez de comer sua mãe, pois, Josafá (seu esposo), sempre ficava até o final da folia enquanto nós voltávamos para dormir, ocasião em que eu também aproveitava para transar Olívia, já que a Mazé tem o sono pesado. No sábado, por volta das duas da manhã; chegamos e em meu quarto, ficamos os três a conversar (e assistir os desfiles das escolas de samba e vendo aquelas lindas mulheres seminuas; e eu aproveitava para comentar sobre as pernas, bundas, peitos e até a buceta de algumas), até chegarmos ao sexo, Mazé é conservadora, mas não radical, no fundo ela é liberal, só não que se expor por não saber quais as reações dos outros, porem fala de tudo com a Olivia, Esta explicava, como estava ótimo seu relacionamento com Josafá, mas sentia falta de algo mais picante. O Josafá era muito conservador, mais para o papai mamãe. Aproveitei e perguntei:
- Nem o cuzinho ele come?
Mazé me olhou com uma cara de quem ia me matar. Olivia percebeu e logo entreviu respondendo:
- Até hoje, não. E é isto que me faz falta. Já sou virgem anal novamente. E deu uma gargalhada quebrando o clima um pouco tenso. Comentei:
- Disto a Mazé não tem que reclamar. E a abracei, mesmo a contra gosto. Mazé então Perguntou: E tu já falaste com ele a respeito? Ela disse que não. Que se insinuava e que até já tinha pegue o cassete dele e direcionado a seu cuzinho, mas ele mudou o curso. Disse ainda que:
- Consigo gozar, é bom, gosto dele, mas que quero algo diferente, fico toda melada só em falar. E sentada na borda da cama, Abriu as pernas levando a mão para dentro da saia, alisando a buceta, Eu e Mazé estávamos em um grande sofá de frente para ela e tivemos uma excelente visão de sua buceta por dentro da calcinha. Mazé sorriu e falou:
- Tu está maluca! Deu pra gente ver tudo. Olivia replicou:
- E o que tem? A senhora já viu vária vezes, e o Roberto sabe o que é? Sem falar que, do jeito que estou, pouco me importa o que ele vai pensar, sou capaz de me masturbar aqui mesmo na frente de vocês. É só passar mostrarem um cacete ou um macho nu ai, (na televisão) para eu abrir as pernas e mandar ver. Tem não, magão? Um filme pornô pra gente assistir? (quem leu algum de meus contos, vai ver que Olivia é assim mesmo).
Neste momento, abracei a Mazé que sorria, dei-lhe um beijo (no início com relutância, mas depois...). Notei que Mazé estava entrando no jogo, levei minha mão até sua vagina, ela tentou retirar minha mão, forcei e Olivia pediu:
- Deixa mãe. Deixa eu ver você transarem. Deixa ver como o magão te fode. Mazé afrouxou um pouco a pressão das pernas e da mão que me segurava e disse:
- O que é isto Olivia, está ficando Maluca? Se o Josafá chegar, ai?
- Besteira mãe, a senhora sabe que ele não vem tão cedo. Alem do mais a porta está fechada, ele tem que chamar para entrar. Deixa eu ver ele te comer. Deixa?
Aproveitei e investi com mais força, minha mão na buceta da Mazé e com a outra alisava seus peitos, já por dentro da blusa, levantei a blusa sem que ela manifestasse reação tão grande e mamei seus peitos. Agora ela já aceitava meu dedo médio esquerdo em sua buceta, Olivia tinha a visão total da penetração. Mazé abriu as pernas, liberando-se totalmente, Olivia alisava sua buceta e metia o dedo, fazendo o mesmo movimento que eu fazia na buceta da Mazé, o de entra e sai. E com a outra apertava hora um, hora outro mamilo até desabotoar a camisa de manga longa que vestia, deixando todos seus peitos à mostra. Fiquei maravilhado com a visão e o prazer de realizar a fantasia que eu sempre desejei; Mazé assistíamos a tudo, atônica, calada, mas participativa, rebolava suas ancas em meus dedos, agora eu estava com dois em sua buceta. Olivia desceu da cama e se aproximou entre as pernas da Mazé. Mazé Pediu:
Por favor. Não... Mas não expressou nenhuma recusa com o corpo, muito pelo contrário, abriu mais ainda as pernas, ficando quase que em linha reta. Olivia também pediu com jeito melosa e toda excitada:
- Deixa mãe. Deixa... É disso que eu estou precisando. Melhor que seja com senhora e o Roberto que com outros... Não é não? Mazé nada respondeu. Estava quase sentada em cima de minha vara, com a mão esquerda, alisava meu pau. Eu não parava de meter os dedos na buceta dela, de chupar seus peitos, nem de olhar a cara de puta da Olivia. Tirei os dedos, chupei, meti novamente, circulei fazendo-a contorcer-se toda, retirei e dei para Olivia chupar; com certo receio, ela aproximou-se, e chupou meus dedos, sentindo o gosto da buceta de sua mãe, quando Mazé viu aquilo, não agüentou e começou a contorcer-se mais ainda, puxei Olivia pelos cabelos, para que chupasse sua mãe, Mazé gostou, com certeza; pois ela adora quando chupo seu grelinho, ela se arreganhou toda e Olivia passou a chupar o grelo dela, como quem chupa um pirulito. Nossa que visão, eu vi tudo bem de pertinho; enquanto chupava os peitos da Mazé; foi divino. Aproveitei peguei a mão (direita) de Olivia e coloquei em cima do pau que ainda estava preso a bermuda. Olivia massageou (sem parar de chupara sua mãe, que delirava com a chupada), Baixou o zíper, liberou meu cassete e passou a masturbar. Não agüentei e gozei na mão e em parte das coxas da Mazé, Olivia saiu da Mazé e abocanhou meu cassete (muito sensível, depois da gozada, me fazia espasmar todo o corpo), Mazé nada disse, assistiu um pouco e depois se uniu a filha em uma verdadeira chupada de mãe e filha. Ainda não era tudo que eu queria, tinha que me recuperar para atacar a buceta da Olivia, boceta que eu tanto desejei e desejo. Para não demonstrar fixação pela Olivia e causar desconfiança ou ciúmes na Mazé, levantei retirei o resto da roupa; levei Mazé para a cama, ela quis deitar, mas a puxei para o canto do colchão, coloquei-a de quatro e meti na sua buceta, ela começou a jogar seu delicioso bumbum para frente e para tras e a gozar; meu cassete entrava e saia seu eu fazer nenhum esforço, Olivia estava com uma das mãos por trás e debaixo de mim, alisando a buceta da mãe. Havia momento que ela levava ao cú da Mazé e metia metade dele, voltava e massageava a buceta ou o grelo sei lá. Foi uma das poucas vezes que vi a Mazé gritar (tão alto) e falar palavrões, enquanto gozava. Olivia a incentiva, mandando:
- Grita gostosa, grita com meu dedo no teu cuzinho, grita... Era disse que eu falava, é disso que eu to precisando. Eu também quero gozar no caralho do magão, tu deixa?
- Não. Isto não. Se quiser, deixo ele chupar teu grelo, e ainda ajudar a ele...
- Mas eu quero algo dentro de mim. Deixa ele meter. Do jeito que estou, é só encostar, eu gozo... Deeeeixaaa. Mazé rebolava terminando de gozar e Olivia já se masturbava novamente. Ela tirou o dedo da buceta da sua mãe, levou a seu cuzinho subindo em cima da cama, com a bunda de frente para a Mãe, e falou:
- Deixa ele comer meu cuzinho, deixa? Deixa ele tirar o cabaço de novo! Deixa? A Mazé lambeu o cú da Filha, que retirou os dedos, se contorceu toda e pediu: Enfia a língua nele Mãe, lubrifica, para o magão enfiar o cassete... Sai de trás da Mazé que ainda espasmava, passei por cima dela, fui para cima da Olivia, sem esperar que Mazé autorizasse, encostei meu cassete no cú da Olivia que o segurou e puxou para para dentro. Não sei se Mazé queria interromper ou ajudar, já que não tinha reclamado; só sei fui entrando aos poucos, realmente estava bem acochadinho, entrou com certa dificuldade, mais entrou... fiquei bombeando, Mazé assistindo, senti quando Mazé encostou a língua no meu anus, nossa, aquilo foi demais, finquei com mais força na Olivia que gritou. Mazé segurou meu cassete; achei que fosse para evitar machucar sua filha, mas a danada depois de masturbar-lo um pouco, retirou deu uma mamada, e fincou de novo no cu da filha. Nossa aquilo foi excepcional, quase gozei de novo; e ela fazia tudo isto chupando meu anus; retirei de novo, ela chupou novamente, ia levando para o cu da filha, quando eu segurei em sua mão e posicionei para a entrada da buceta que há quase, seis meses eu desejava (cheguei a comer sua buceta enquanto dormia um sono profundo causado por um sonífero que Paula – sua amiga – levou e assim eu pudesse comer sua boceta); ela colocou a cabeça, acho que se posicionou para ver a penetração, pois retirou a língua do meu anus, olhei para trás, mas não vi direito o que ela fazia, só sei que meu cassete foi deslizando dentro daquela coisinha quentinha, gostosinha, que premia a musculação de meu membro. Olivia soltou gemidos como se fosse uma loba, começou a rebolar e dançar em meu cassete, não parava de premer meu pau com sua buceta. Nossa... Valeu à pena esperar tanto tempo.
Nossa gozei tanto que quase desmaiei. A Mazé, ao se baixar, estava se masturbando e chupando o grelo da filha enquanto assistia a penetração. Foi o Maximo.
Pela manhã, com Josafá em casa, agimos como se nada houvesse acontecido, e na noite fazíamos tudo de novo; agora curtia melhor comer mãe e filha, pois não já estáva tão tarado. Passamos todo o carnaval fudendo.
Na próxima, vou contar a foda que tivemos do outro lado do rio; e um jegue como figurante ativo.

0 comentários:

 
©2009 Casa dos contos eróticos 1.0 | by TNB